Os alunos que utilizaram a tecnologia gráfica obtiveram melhores resultados na compreensão de funções e variáveis, na resolução de problemas de álgebra em contextos aplicados e na interpretação de gráficos.
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A tecnologia gráfica portátil pode ser um factor importante para ajudar os alunos a desenvolverem uma melhor compreensão dos conceitos matemáticos, terem melhores desempenhos e a atingirem um nível superior de competências na resolução de problemas.
Neste estudo, os alunos que aprenderam a trabalhar eficazmente com as calculadoras gráficas:
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| | Utilizam gráficos; |
| | Participam na resolução de problemas; |
| | São mais flexíveis na escolha de estratégias de solução, na realização de conjecturas, no movimento entre abordagens algébricas, numéricas e gráficas e no trabalho com dados reais. |
Referência: Ellington, 2003
Ver também: Research note "Porquê usar tecnologia?"
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As calculadoras gráficas podem suportar eficazmente a aprendizagem da matemática e democratizar o acesso a conceitos matemáticos complexos. As calculadoras gráficas permitem explorar ligações entre as várias representações.
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Uma revisão interpretativa da investigação sobre calculadoras gráficas concluiu que as estas se tornaram numa das tecnologias mais adoptadas na educação porque são uma unidade portátil eficaz e acessível com ligações directas às matérias escolares.
Um corpo de investigação robusto e consistente mostra que as calculadoras gráficas podem suportar eficazmente a aprendizagem e democratizar o acesso a conceitos matemáticos complexos.
As calculadoras gráficas permitem explorar ligações entre as várias representações. As extensões recentes suportam a avaliação formativa através de uma rede sem fios.
As calculadoras gráficas estão alinhadas com as matérias escolares e as normas existentes e suportam práticas pedagógicas importantes, como, por exemplo, o aumento da atenção para estratégias de resolução de problemas e compreensão conceptual com o fim das computações laboriosas.
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Referência: Roschelle and Singleton, 2005
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O ensino eficaz com as calculadoras gráficas pode ajudar os alunos a:
- desenvolverem uma melhor compreensão de conceitos matemáticos;
- utilizarem abordagens de nível superior para resolver problemas matemáticos;
- e obterem melhor desempenho.
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Uma meta análise revista por professores de 54 estudos com a forma de prova mais forte, estudos experimentais e quasi-experimentais, concluiu que:
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| | Os alunos que utilizaram a tecnologia gráfica obtiveram melhores resultados na compreensão de funções e variáveis, resolução de problemas de álgebra em contextos aplicados e na interpretação de gráficos; |
| | “competências de resolução de problemas e operacionais dos alunos foram melhoradas”. |
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Uma discussão da “melhor prova” da investigação actual concluiu que os alunos que aprenderam a trabalhar eficazmente com as calculadoras gráficas:
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| | Utilizam gráficos; |
| | Participam na resolução de problemas; |
| | São mais flexíveis na escolha de estratégias de solução, na realização de conjecturas, no movimento entre diferentes abordagens e no trabalho com dados reais. |
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Uma revisão britânica de 33 documentos sobre ICT (incluindo calculadoras gráficas) no ensino da matemática detectou:
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| | Ganhos na compreensão de aspectos específicos de funções; |
| | Que os alunos alcançaram melhores níveis de raciocínio e conseguem explicar o seu raciocínio melhor; |
| | Ganhos de aprendizagem nos trabalhos de grupo e na interacção com o professor. |
Referência: Ellington, 2003
Referência: Goulding, 2008
Referência: Sabra, 2008
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O ensino com calculadoras gráficas e técnicas de sucesso aumentou os ganhos de aprendizagem médios entre 14% e 50%.
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Uma meta análise de 54 estudos de alta qualidade detectou maiores ganhos de aprendizagem devido à utilização da calculadora gráfica em 4 tipos de aprendizagem de matemática. Os valores médios dos efeitos foram:
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| | Competências operacionais g=0.32 |
| | Competências computacionais g=0.43 |
| | Resolução de problemas g=0.22 |
| | Atitude em relação à matemática g=.032 |
Referência: Ellington, 2003
Referência: Khojou, Jaciw et al., 2005
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